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  Relevo funerário

AO 2000


Sully sala 20 vitrine 4


Este relevo funerário serviu
de placa de fechadura de loculus,
lugar invidividual dos corpos nas
tumbas familiares de Palmira A299

 Relevo funerário, Louvre

O notavél meio deitado está vestido de um fato parte. Sua esposa está fugurada numa escala mais pequena. A prática do banquete deitado foi emprestada ao mundo greco-romano. Em Palmira ela tomou uma importância exclusivamente funerária. Ela nao é mencionada na Bíblia.

A epitafe no baixo relevo lê-se:« Imagem de Maliku, helas ! e Hadira, sua mulher». Encontram -se na Bíblia tais expressões de óbito:« Haverá lamentações, em todas as ruas dir-se-à: ‘Ah, Ah’ ( Amos 5:16). O grito de óbito é por vezes associado a uma relação filial, como em 1 Reis 13:30:«Lamentou-se sobre ele: ‘Que pena meu irmão!'. E o profeta Jeremias anunciaria a morte de Joaquim dizendo: « Ai! meu irmão! Ai ! minha irmã!» - Jeremias 22:18  A2100
 
Enquanto que os povos vizinhos de Israel
tinham o hábito de fazer monumentos somptuosos, as tumbas judeias mais antigas
são de uma grande simplicidade.
 
Algumas eram por vezes tão discretas
que se podia andar por cima sem se dar conta

(Lucas 11:44).
 

De entre as palavras gregas que traduzidas por túmulo, taphos sublinha a idéia de enterro ( como em Mateus 23:29), enquanto que mnêïon
(memorial, tumba de lembrança,
como em João 5:28), accentua
a perpetuação da lembrança
da pessoa falecida.

 Os Judeus não veneravam os mortos

Os Judeus não veneravam os mortos e a religião não pautava pela crença na existência consciente após a morte num mundo espiritual como nos Egípcios e nos Babilônicos.
 
« Campa de Josaphat »     AO5064     « Campa de são Tiago »     AO 5033   Não exposto

Estas duas moldagens conservadas no Louvre adquiriram o valor de originais. A260  A primeira está no seu ornamento estrictamente conforme a doctrina rigorosa do judaísmo farisaico. A segunda é na realidade, segundo a inscripção gravada na rocha, a nefesh dos padres da familia dos Benê Hézïr. Estes monumentos existiam na época de Jesus e permitiam uma aproximação escriturária com as seguintes palavras: « Ai de vós escribas e fariseus, hipócritas! pois que[...] edificais os sepulcros dos justos" » (Mateus 23:29)

Esta palavra podia também aplicar-se à outros apogeus, dos quais o Louvre possui também as moldagens ( AO 5017, 5034). Do hipogeu chamado «Campa dos Reis», vários sarcofagos foram retirados. O primeiro é o da rainha Sadão ( AO 5029). Os outros estão ornamentados com uma decoração vegetal ( AO 5057) ou com uma juxtaposição de flores a désabrochar (AO 5036).
 

O túmulo aonde Jesus foi sepultado estava fechada com um rebolo.
Várias lajes de pedra que bloqueavam estas portas encontram-se no Louvre.   

A primeira reproduz o batente da porta
(AO 5036), a segunda contém um mecanismo no qual ainda ficou a fechadura (AO 5057, AO 5349).
Na terceira, observa-se uma ornamentação diversificadoa
(AO 3989).

Túmulo com a pedra que roda 

 
Nos tempos bíblicos os Israelitas tinham o hábito de inumar seus mortos numa caverna ou numa campa ( Gênesis 23: 2-20). Ser privado de enterro era uma grande infelicidade. Foi anunciado que o rei Joaquim «seria enterrado do enterro de um burro» (Jeremias 22:18). Jesus serviu-se do vale de Hinom, aonde deitavam-se os cadaveres dos criminosos que não eram dignos de receber um enterro, como símbolo da destrução completa. - Mateus 5:22   A261

A incineração tal como ela é praticada hoje pode ser comparada ao que faziam os homens de Jabesh-Galaad, depois deles terem recuperado junto dos Filistinos os corpos do rei e dos seus filhos. A Bíblia diz que eles trouxeram os corpos  "e os queimaram" (1 Samuel 31:12), maneira de agir muito respeituosa que o Rei David aprovou.  - 2 Samuel 2:4   A262

" taphos, mnêéïon "

Entre as palavras gregas traduzidas por túmulo, taphos sublinha a idéia de enterro (como em Mateus 23:37),

enquanto que mnêéïon (memorial, túmulo de lembrança, como em João 5:28),
acentua a perpetuação da lembrança
da pessoa falecida  A263, A264
   

A noção fundamental de lembrança
que das palavras originais  dão um sentido especial às palavras do
malfeitor que pediu à Jesus :
« Lembra-te de mim quando
  entrares no teu reino »
- Lucas 23:42

 
 

 Sarcófaco, dito

« Sarcófago dos Esposos »  

Cp 5194

Denon Etrurie sala 18


Este monumento excepcional
é um das mais notáveis criações
do estilo etrusco-ioniano. 

 
O conjunto é composto de várias partes: as orelhas e as mãos estão bem visíveis. A representação do homem com a pele acastanhada ao lado da sua mulher coma pele clara dá impressão de realidade; os seus rostos contêm uma iris e as púpilas em madeira pintada incrustada d'obsidiana ou de brilhantes. Esta magnífica terracota  figura numa composição harmoniosa  com os defuntos meio deitados numa atitude de banqueteadores. Eles fazem a oferta do perfume, uma das componentes essenciais ( com a partilha do vinho) do rito dos Etruscos.
 
Esta civilização que reflete a alegria de viver mesmo na sua arte funerária dava uma grande importância aos conceitos herdados da religião babilônica, em particular na crença do para além da morte e num mundo subterrânio. A266
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 





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